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PROPONENTE
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Demandante
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Parque Distrital Bernardo Sayão - PDBS
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Responsável pela proposta
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Alexandre Morais de Carvalho
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Cargo/Função
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Agente de Unidade de Conservaçaão
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Endereço eletrônico
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bernardosayao@ibram.df.gov.br
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Telefone institucional
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(61) 3214-5641
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Telefone pessoal
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(61) 996290967
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Ponto focal da trilha ecológica na Unidade de Conservação base
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Alexandre Morais de Carvalho
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E-mail institucional: bernardosayao@ibram.df.gov.br
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Celular: (61) 99629-0967
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I - IDENTIFICAÇÃO DA TRILHA ECOLÓGICA
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Nome oficial
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Trilha Ecológica Parque Distrital Bernardo Sayão
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Unidade de conservação
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Parque Distrital Bernardo Sayão
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Localização
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Área Interna na Unidade de Conservação
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Região Administrativa
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Lago Sul - DF
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Pontos de início
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Ao lado da sede
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Descrição da trilha ecológica — Breve texto que a apresente por suas principais características.
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Com aproximadamente 9.319 metros lineares, a proposta contempla 3 percursos mostrados no Mapa SEI 206599033.
Percurso Jardim do Cerrado: com aproximadamente 120 metros, agrega um fragmento remanescente de cerrado onde é possível identificar e conhecer boa parte da flora existente no Parque Distrital Bernardo Sayão.
Nesse pequeno trecho é possível verificar exemplares do pequi, canela de ema, muricis, lixeirinha, pau terra, barbatimão, vassoura de bruxa, pau doce, pau santo, entre outras.
Destarte, o trecho não possui aclive/declive representativo que coloque tantas restrições de acesso, além de ficar bem próximo da sede/guarita e banheiros, bebedouro e entrada da UC.
Por fim, também será possível visitar um pequeno viveiro com produção de mudas, parte integrante da trilha.
Percurso 1: Com aproximadamente 4.400 metros, o percurso contempla a pista de caminhada já pavimentada e também uma parte não pavimentada.
Esse trecho é possível ser feito a pé ou de bicicletas e possui boa representatividade do cerrado e também áreas degradadas.
Percurso 2: Com aproximadamente 4.900 metros, é uma trilha mais adequada para ser realizada a pé (caminhada), onde é possível apreciar vários atributos do cerrado.
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Atratividade — Descrição dos principais aspectos ambientais, paisagísticos, históricos, culturais e turísticos que conferem atratividade à trilha ecológica.
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Essa trilha possibilitará ao visitante além de um trecho pequeno - perto da infraestrutura - poderão ser desenvolvidas atividades de identificação de espécies da flora do cerrado e também práticas de educação ambiental. Também será possível ver algumas mudas do cerrado crescendo em pequeno viveiro local.
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Fitofisionomias — Indicar as fitofisionomias de maior relevância ou que predominam ao longo da trilha ecológica.
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A fitosionomia predominante é Cerrado stricto sensu com vegetação arbustiva e arbórea de pequeno e médio porte. Cerrado sentido restrito: Cerrado típico, Cerrado ralo.
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Indicação do patrimônio material ou imaterial
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De acordo com o Decreto 39.469/2018, Estão tombadas como Patrimônio Ecológico-urbanístico do Distrito Federal as seguintes espécies arbóreo-arbustivas: copaiba (Copaifera langsdorffíi Desf.), sucupira- branca (Pterodon pubescens Benth), pequi (Caryocar brasiliense Camb), cagaita (Eugenia dysenterica DC), buriti (Mauritia flexuosa L.f.), gomeira (Vochysia thyrshoidea Polh). pau-doce (Vochysia tucanorum Mart.), aroeira (Myracrodruon urundeuva (Fr.All), Engl.) embiriçu (Pseudobombax longiflorum (Mart.,et Zucc.) a. Rob), perobas (Aspidosperma spp.), jacarandás (Dalbergia spp.), ipês (Tabebuia spp. e Handroanthus spp.) e baru (Dipteryx alata). A proposta contempla algumas dessas espécies.
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Identificação de bens de valor histórico e cultural reconhecido.
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não aplica
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Presença de povos de valor histórico ou comunidades tradicionais.
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não aplica
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II - FICHA TÉCNICA DA TRILHA ECOLÓGICA
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Tipo de percurso
(circular, linear, travessia e outros)
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Linear
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Modalidades de uso
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Caminhada
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Classe predominante
(Manual de sinalização de trilhas ICMBio, 3ª edição, p. 28/29)
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[ ] Trilha classe 1 - mínima intervenção
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[X] Trilha classe 2 - muito baixa intervenção
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[ ] Trilha classe 3 - baixa intervenção
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[ ] Trilha classe 4 - média intervenção
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[ ] Trilha classe 5 - alta intervenção
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Extensão da trilha ecológica
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9.319 metros
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Aclive acumulado
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sem aclive aparente, salvo em alguns pontos específicos
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Duração estimada do percurso
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Cerca de duas horas
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Arquivo georreferenciado
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Anexo ao processo
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Faixa de domínio (quando houver)
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não se aplica
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III - AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DA TRILHA ECOLÓGICA
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a) Condições do terreno
Conforme a ISO/ABNT 3021:2024, as trilhas são classificadas para melhor informar e auxiliar os usuários nas suas decisões em percorrê-las, conforme o nível de dificuldade em relação às condições do terreno: piso, obstáculos, irregularidades, superfície, declividade, dentre outros.
[ ] Nível 1 - fácil: terreno plano, regular e firme.
[X] Nível 2 - moderado: terreno regular e sem obstáculos.
[ ] Nível 3 - difícil: terreno irregular, com obstáculos, áreas rochosas, raízes expostas e erosão.
[ ] Nível 4 - muito difícil: terreno irregular, com obstáculos que exigem uso das mãos ou saltos (escalaminhadas).
[ ] Nível 5 - só para experientes: terreno exige técnicas de escalada ou progressão vertical com uso de equipamentos.
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b) Orientação de navegação no percurso
Nível de dificuldade em relação à orientação do percurso, para percorrer o trajeto quanto à orientação cartográfica e o direcionamento na trilha, conforme a demarcação, presença de sinalização e a existência de elementos naturais como referência, entre outros.
[ ] Nível 1 - fácil: caminhos e cruzamentos bem definidos e sinalizados.
[X] Nível 2 - moderado: caminho e cruzamentos com sinalização parcial e requer atenção.
[ ] Nível 3 - difícil: caminho e cruzamentos sem sinalização e requer reconhecimento de acidentes geográficos e de pontos cardiais.
[ ] Nível 4 - muito difícil: caminho depende de navegação e não existe traçado sobre o terreno.
[ ] Nível 5 - só para experientes: caminho desconhecido, não existe traçado e as direções do itinerário podem ser interrompidas.
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c) Severidade do ambiente (território do DF e sua inserção no Cerrado)
Nível de dificuldade da trilha ecológica em relação ao meio natural em que está inserida. Diz respeito ao rigor das características climáticas e do meio natural, avaliado conforme a incidência dos fatores associados ao desgaste da saúde e do organismo, tais como, temperatura e suas variações, pluviosidade, incidência solar, umidade do ar, altitude, ventos, visibilidade, disponibilidade de água potável, travessia de cursos d’água, risco de queda, entre outros.
[ ] Nível 1 - baixa: trechos escorregadios, rochosos ou alagados (época de chuva), e longos trechos de elevada exposição solar, alta probabilidade de temperaturas acima de 32 C e umidade inferior a 30% (época de seca).
[X] Nível 2 - moderada: região e trechos sem acesso à água potável, trechos escorregadios e alagados em época de chuva e alta exposição ao sol e à baixa umidade.
[ ] Nível 3 - média: exposição a instabilidade de rochas, declive acentuado e uso das mãos, além de trecho sem acesso à água potável, escorregadio, alagado e alta exposição ao sol e à baixa umidade.
[ ] Nível 4 - alta: caminhada por 3h ou mais sem passar por local habitado, telefone de socorro e sem sinal de celular (rádio) ou via de trânsito, além de trecho sem acesso à água potável, escorregadio, alagado e alta exposição ao sol e à baixa umidade.
[ ] Nível 5 - muito alta: não se aplica às trilhas em uso no DF, considerando as informações de janeiro de 2025.
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d) Riscos específicos (quando houver)
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Riscos inerentes às práticas em unidades de conservação. Em uma unidade de conservação é possível o aparecimento de animais peçonhentos (cobras, aranhas, escorpiões, abelhas, vespas, etc...).
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e) Esforço físico
Nível de dificuldade da trilha ecológica em relação ao esforço físico requerido, considerando a distância a ser percorrida, a elevação (subidas e descidas), considerando um caminhante comum, pessoa adulta, não sedentária, não esportista, sem limitações de acessibilidade e com bagagem leve, velocidade média entre 2 e 4 km/h.
[ ] Nível 1 - fácil: pouco esforço, sem aclive (entre 0 e 15 m) com duração até 1h.
[X] Nível 2 - moderado: esforço moderado, com aclive/declive entre 16 e 150 m e duração até 3h.
[ ] Nível 3 - difícil: esforço significativo, com aclive/declive entre 151 e 250 m e duração de 3 a 6 h.
[ ] Nível 4 - muito difícil: esforço intenso, com aclive/declive entre 251 e 350 m e duração entre 6 e 10h.
[ ] Nível 5 - só para experientes: esforço extraordinário, com aclive/declive acima de 351 m) e duração acima de 10 horas.
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DADOS INSTITUCIONAIS
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Instância de Governança
(responsável pela gestão da trilha)
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Unidade Base Parque Distrital Bernardo Sayão (PDBS)
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Plano de Gestão e Sinalização
(Doc SEI nº)
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SEI 206394241
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Parcerias
(colaboradores, voluntários, etc)
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Voluntariado, Programa de Visitação, parcerias com o Ministério Público, entre outras possibilidades.
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Políticas Públicas
(articulação institucional)
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Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal (SEMA)
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Acessos e permissões
(requisitos e regramentos)
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Acesso livre das 06 às 18 h
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Como chegar na trilha ecológica
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Sede do Parque Distrital Bernardo Sayão
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Informações adicionais
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Cada percurso apresenta suas características e dificuldades.
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